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“Tudo pode esperar, mas o amor, não”, disse Ana Paula Valadão

Nessa sexta (30), às 18h, teve início mais uma sessão do Congresso Diante do Trono, Adoração, Intercessão e Missão 2018, no Templo sede, da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG). Na abertura dessa sessão, a pastora Ana Paula Valadão Bessa fez uma homenagem aos responsáveis pela criação do Musical DT 20 anos. Robinho, Eduardo Barros e Raphael Xavier foram honrados. Esse musical foi um momento especial para os congressistas e que será disponibilizado, posteriormente, no Canal do Youtube do DT Oficial.

No final do musical, o pastor Márcio Valadão ministrou algumas palavras sobre o Diante do Trono. “Diante do Trono não se resume a algumas notas musicais […] Diante do Trono é o lugar para se viver na comunhão do Senhor […] Para nós, 20 anos não de um grupo, mas de algo que estava dentro do coração do Senhor. Podemos dizer, do fundo do nosso coração, da nossa gratidão ao Senhor”, disse. “A vida, só é vida, quando vivemos diante do Trono”, acrescentou.

Bate-Papo: “‘Causos’, Histórias e Boas Lembranças”

Em seguida, com a participação da Ana Paula Bessa, João e Helena Tannure, Elias Fernandes, Nívea Soares, Jhonny Lacerda, Isabel Coimbra e Israel Salazar, aconteceu o bate-papo com o tema “‘Causos’, Histórias e Boas Lembranças”. Ana contou que são muitas histórias de lágrimas e renúncias para fazer acontecer todos esses anos de história do DT.

Cada participante contou histórias e testemunhos relacionados aos 20 anos de existência do grupo. Houveram muitos momentos sobrenaturais. Nas gravações, a presença de Deus tomava os integrantes. Eles contaram em como entraram no grupo, sobre as comunhões entre as viagens nos aeroportos e hoteis, sobre os momentos de discipulado e surgimento de amizades. Para concluir, Helena Tannure fez uma oração adorando a Deus por tudo que Ele fez e ainda fará. Ela também orou por todos aqueles que se desviaram dos caminhos do Senhor.

Palavra: “O que eu faria diferente?”

A pastora Ana Paula, líder do ministério Diante do Trono, ministrou a Palavra sobre o tema: “O que eu faria diferente?”. Ela diz: “Você tem o que você tolera”. Segundo ela, não podemos tolerar intimidação. Se existem pessoas que intimidam, que roubam a sua liberdade, que te dão medo, não tolere essa Jezabel. Ana ministra que, provavelmente, você precisa se posicionar, mas não com a força da carne. “Um dos frutos de Jezabel é medo, insegurança e dependência emocional”, acrescentou.

Ela conta um testemunho pessoal relacionado ao tempo da mudança para os Estados Unidos. Nessa época, foi convidada para ministrar no seminário em que estudou. Ela conta que tinha muito medo, porque ela nunca havia ministrado sem as pessoas com as quais ela estava tão acostumada. Ela confessa que tinha dependência emocional e Jezabel queria que ela desistisse. Continua contando sobre quantas viagens, ela fez “tremendo nas bases”. Ana disse que se tivesse entendido sua autoridade mais cedo, não teria tolerado o que teve que tolerar. Você não pode tolerar Jezabel para que não haja intimidação entre os irmãos. “Precisamos nos posicionar e nos arrepender de provocar e tolerar intimidação de tantas formas”, afirmou.

“Você precisa liberar o outro e ser livre também”, disse Ana, ao falar sobre não reter rancor pelas outras pessoas. “20 anos de DT é lembrar de processos de amadurecimento e de batalha espiritual para não tolerar Jezabel”, afirmou.

Um outro ponto abordado na pregação, é sobre reavaliarmos onde estamos servindo. É essencial alinhar a visão e saber se está sendo peso onde está trabalhando. É importante ter afinidade e paz. Ela falou também sobre a importância de cultivar as amizades fora do ministério, pois os ensaios e cultos ocupam muito tempo. Ela fala o quanto é essencial cuidar desses amigos. Ela diz: “Acima de tudo, ame”. Se tudo que a pessoa precisa naquele momento é o amor, ame! “Tudo pode esperar, mas o amor, não”, afirmou. “De tudo, o que vai ficar, é o amor!”, conclui a pregação.

:: Comunicação Lagoinha/Diante do Trono