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Segunda pedrinha: A espera – “Sexta-feira” manhã 14.04.17

 

A igreja estava cheia novamente e os congressistas conversavam entre si antes do início do segundo dia do congresso. Os diálogos entre os presentes tiveram que ter um intervalo, mais uma premiação estava por vir. Ana Paula e Gustavo iniciaram o congresso presenteando o congressista que possuía mais anos no ministério de louvor. E com 45 anos de ministério de louvor, a irmã Raquel de São Paulo que iniciou na infância os primeiros acordes foi agraciada com o livro do pastor Gustavo Bessa, Extraordinário, o poder do comum e o CD Muralhas.

Enquanto os pastores calculavam os anos de ministério de louvor dos presentes, convidavam assim os congressistas a se levantarem de acordo com os anos correspondentes que faziam parte do departamento de música. Ana brincou que alguns pelo rostinho novo pareciam que nasceram no ministério de louvor: “Essa irmã nasceu no púlpito!”. As equipes de louvor e artes presentes receberam aplausos da igreja pela perseverança no louvor.

Em seguida o pastor Gustavo orou: “Bendizemos nesta manhã como igreja reunida aqui, os nossos corações estão abertos para receber do Senhor. Deus, que não haja uma só pessoa distraída. Tira-nos Deus do comodismo! Que haja conserto, vida. Que barreiras, cadeias sejam quebradas. Que a Tua glória venha. Desperta-nos, o Deus, para que possamos despertar a alma e dizer que o Senhor é bom e que a  misericórdia Dele dura para sempre”.

Após a oração e com muita alegria recebemos a ministra Ana Paula Nóbrega. E juntamente com a igreja foi realizada consagração do CD “Perfeito Amor”. Ana Nóbrega explica a arte na capa do cd: “É muito importante falar sobre isso, que no ordinário nasce o extraordinário. A arte da flor vermelha: Quantos filhos estão na casa do Pai sem saber o quanto o Pai nos ama. Como uma flor machucada no jardim, Jesus morreu por nós. E o amor exala este perfume, o sacrifício de Jesus na cruz subiu como um aroma suave a Deus”.Assim Ana Nobrega, juntamente com seu esposo, seus pastores que vieram diretamente do Rio e parte da equipe que tornou o sonho do CD possível. “Consagramos a Ti , não te pedimos sucesso, mas que as palavras contidas neste trabalho alcancem multidões. que Ana e Devaldo estejam sempre no centro do Teu coração. Amém”, oração feita no momento da consagração do CD “Perfeito Amor”

Em seguida Ana Nobrega, inicia a ministração agradecendo a Deus e incentivando a igreja a encher o lugar com gratidão. “Existem milhares de motivos para estarmos nesta manhã”, fala Ana. A abertura da ministração foi com uma canção que falava sobre o rio de Deus: “Nós temos vida no rio, nós temos vida no rio, nós temos vida no rio”. A adoração fluía e mais uma vez a igreja se deixava levar pelo mover sobrenatural que estava tangível. Durante a canção, Ana convocou os congressistas a clamarem pelo novo de Deus: “Profetize um novo tempo sobre a igreja brasileira!”, com as mãos estendidas às pessoas em meio aos brados clamavam em unidade.

Logo após, a próxima música falava sobre o Espírito Santo, “Nosso amigo Santo Espírito, venha aquecer os corações”, o ambiente de quietude tomava conta da igreja e o momento era de todos estarem sensíveis para o agir de Deus e corresponderem ao Amado. Alguns fechavam os olhos e a expressão era de contemplação intensa, a presença do Pai recheava as expectativas dos corações prostrados.

Em seguida Ana Nobrega fala sobre a importância de reconhecermos Jesus:  “ Toda visitação do Espirito Santo aponta para Jesus! Levante o nome de Jesus!”, ressaltava Ana. A letra da próxima canção exaltava o nome que está acima de todo nome ao qual devemos nossa vida: “Amor maior que meu pecado, nada vai nos separar. Oh quão maravilhoso é, o nome de Jesus”. Neste momento algo dentro dos congressistas era ativado, a gratidão pela salvação na cruz precisava ser manifestada. Até a moça que estava com o notebook ao meu lado não resistiu e ergueu as suas mãos, algo sobrenatural estava sendo derramado. A sede estava ensopada pela unção e em meio aos aplausos a igreja celebrava a santidade de Deus: “Santo, santo, santo tu és”.  No decorrer das canções a igreja se deslocava para ir mais fundo em adoração, cada congressista manifestava o amor ao Pai de forma singular, todos estavam admirados pela atmosfera. A igreja cantava “Só quero habitar em quem Tu és!”.

Logo após Ana compartilhou a pressão de muitos a questionarem o fato dela não ser mãe: “Eu já estou vivendo a promessa. Às vezes é difícil . Muitos esperam por algo. Ele vem!” O ministro Tião Batista subiu e cantou com Ana uma canção que retrata bem a espera em Deus por promessas que ainda não foram concretizadas. “Espera no Senhor e confia, espera Ele vem, confia Ele vem e faz um milagre!”. Alguns congressistas se identificaram pela espera em extraordinários que tanto anseiam, lágrimas desciam das janelas enquanto as mãos queriam tocar o coração do Pai e mostrar a dor da espera.

Por um breve momento a igreja foi desafiada a orar uns pelos outros e a esperar confiando em Deus apesar da demora que parecia aparentemente longa. Os corredores foram fechados e a as dúvidas pareciam desaparecer em meios às palavras de entrega e confiança plena nos planos do Pai. O tempo era de os congressistas liberarem palavras de vida, cura e encorajarem os irmãos a caminharem na vontade de Deus.

Após o consolo liberado, a igreja era convidada a ser guiada pelo Espírito Santo se entregando sem desconfiança nos caminhos de Deus. “Guia-me para que em tudo em Ti confie, sobre as águas eu caminhe, por onde quer que chame”, a canção ressaltava uma confiança plena. As pessoas estavam como que atravessando as águas para o lugar na qual a fé estaria mais firme, ela (fé) não vacilaria em meio as adversidades. Todos eram convidados a se desprenderem do controle se lançando em Deus. Depois do encorajamento só restava à igreja engrandecer a Deus na canção clássica que expressa o quanto Nele encontramos tudo: “Queremos o Teu nome engrandecer e agradecer-te por tua obra em nossas vidas, confiamos em Teu infinito amor”.

Em seguida Ana Paula declara a igreja que Ana Nobrega é extraordinária, pois Deus habita dentro dela. E a presenteia com uma jóia: um pingente da coroa da rainha Ester. Ana aproveitou para profetizar e dizer que em breve a lâmpada da querida Ana Nóbrega não iria se apagar a noite, pois ela estaria em breve ninando um bebê.

Após a ministração, um bate-papo no tema: “As gerações de Abraão, Isaque, Jacó que se abraçam: uma geração aprendendo com a outra”. Enriqueceram a conversa o ministro Adhemar de Campos, pastor Sóstenes Mendes (ele acreditou em Ana e foi no ano de 1997 que eles entraram em um estúdio para a gravação do CD), Renato e Andreza Marinoni do Instituto IACA também participaram do diálogo. Ana Paula aproveitou para honrar o legado de 40 anos que o ministro Ademar de Campos celebra neste ano. Um vídeo para homenagear Adhemar foi passado, um histórico contando à referência que ele representa para a música contemporânea no Brasil e claro, alguns músicos aproveitaram para deixar aquela mensagem: Ana Paula Valadão, Nívea Soares, Soraya Moraes e Sóstenes Mendes.

Durante a conversa, arte estava presente com manifestações de dança e a pintura que está ganhando forma a cada encontro. No bate-papo Adhemar falou de aproximar as gerações na adoração no país. Ana pergunta quanto ao que ele sente mais falta nas gerações atuais no quesito adoração: “Eu vejo a importância da revelação da palavra, aquele momento em que a Bíblia fica viva. Na revelação da palavra em conjunto com o louvor abre portas”, responde Adhemar.

Sóstenes fala também do que sente falta na adoração: “Priorizar vínculos sólidos, o empenho, o esforço, não da só para um clique de curtir, precisamos ter algo orgânico que demanda tempo, esforço e muito esforço!”, ressalta Sóstenes. “As vezes focamos muito no estilo e esquecemos de ter uma teologia na adoração!”, comenta Renato Marinoni e também aproveita para manifestar sua gratidão pelo O pastor Richarde Guerra que foi quem despertou sua cosmovisão durante o tempo de estudo no CTMDT.

 

Uma perguntava ecoava na roda, Ana resolve laça-lá :Como fazer uma contextualização para as novas gerações? e é Adhemar quem responde:“Não é o formato, a liturgia. Isso não tem poder sobre a essência. A igreja não perdeu a essência! A essência que nos perde quando nós não a experimentamos”, fala  Adhemar. Ele aproveita para dizer que segundo um estudo que tem feito são nos momentos  a mesa que as principais decisões eram tomadas. Ana lembrou da participação de Devi Titus que compartilhou da importância deste tempo no livro:” A experiência da mesa”. O burburinho entre os congressistas foi aproveitado pela Ana para dizer que as pessoas já estavam preocupadas em terem que cozinhar para o inimigo. Em meio a descontração a igreja era alertada para um tempo de reconciliação.

De mãos dadas Ana e os convidados reforçam a importância das gerações se unirem e cultivarem a tradição. Assim Ana pergunta se é necessário no palco as gerações estejam representadas. Os convidados concordam que é preciso levar a representação de todas as faixas. Adhemar fala que a a grande missão é repassar a essência para as gerações que estou chegando. A conversa foi finalizada com Sóstenes que não perde tempo em elogiar Adhemar quanto as citações de versículos de cor que ele faz durante as ministrações.Mais uma vez a palavra de Deus era o centro da discussão quanto a adoração. Ana compartilhou que tem adotado os versículos e que acaba fazendo música para ensinar seus filhos a memorizarem a palavra. Renato e Andressa compartilham o livro “Sem atalhos” e falam da importância da busca pela adoração genuína.

Assim Ana aproveita para falar da importância de capacitação e incentiva os congressistas a dedicarem um ano de suas vidas no CTMDT. Inclusive que o querido Adhemar Campos estará em uma disciplina na escola do DT. Adhemar levou presentes para as netinhas: livros, uma blusa e uma semi-jóia. E os demais convidados foram mimados por presentes do DT.

Em seguida, o pastor do coração da Ana foi convidado para ministrar a segunda pedrinha. “O que eu canto, falo. Eu pareço mais inteligente por causa dele. Ele lê os livros e faz as resenhas pra mim!”, Ana não dispensa palavras para honrar seu esposo. Antes da ministração, o pastor Gustavo compartilha o seu livro lançado no congresso: “Extraordinário, o poder do comum”. “Esse lugar que Deus nos leva e nos desconstrói. O livro nasceu de experiências da nossa família, tão doce, tão terna, tão profunda, mas tão comum”, explica o pastor após ler o resumo descrito na última página do livro.

E para consagrar o livro, um casal muito preciosos foi quem abençoou, os pastores Renato França e Rita foram convidados para o palco. A oração foi feita pelo pastor Renato: “Oh Senhor quanta graça liberada! Pai celestial, nós queremos voar nas assas do Espírito! Libera toda graça, todo dom, todas as promessas, tudo aquilo que você tem gerado nos corações dos seus filhos! Jesus, todo poderoso, o incontrolável. Nós queremos liberar os teus filhos para fluírem, com toda a intrepidez para levarem o teu reino. Nós queremos ver a igreja aos teus pés! Bendito seja o Senhor pelo Diante do Trono. Deem-lhes graça, Senhor! Esse congresso foi gerado com muitas dores e lágrimas. Mas tudo vale a pena por Ti, Jesus! Abençoamos os teus filhos!”

Após a oração o pastor Gustavo enfatizou que o livro não teria saído se Ana não tivesse insistido. “Que sua mulher seja uma incentivadora!”. alerta o pastor para os homens. E o amor do casal alagou, quando Ana disse que não deseja olhar para atrás e ver nenhum sonho que ela não contribuiu para ser realizado na vida de seu esposo.

Ao fim da declaração de amor, o ambiente estava pronto para a ministração da palavra com o pastor Gustavo, a segunda pedrinha chegava com tudo: A espera. Foi lido o primeiro capítulo do livro de Atos. A ministração falava quanto a espera ser relevante para que cumprirmos o extraordinário de Deus.“Durante três anos, os discípulos viram os milagres acontecerem e depois disso, Jesus diz: espera. Jesus traz para Eles o princípio de  Deus, um equilíbrio na vida:  entre o trabalho e a espera. Deus agiu sem pressa ao criar o universo, intercalando cada ato da criação com pausas nas tardes e manhãs. Houve momentos de manifestações sobrenaturais de Deus e as pausas silenciosas”, fala o pastor.

O pastor Gustavo explica que até para que Jesus vivesse a sua missão foi necessário que Ele se fizesse gente e passasse por todo o processo que durou trinta anos. “O que Jesus quer trazer a lembrança dos discípulos era de reorganizar como eles pensavam a respeito da vida. Que a obra de Deus deve acontecer no tempo e no modo de Dele”, explica o pastor quanto ao tema que os discípulos ficaram em Jerusalém.Assim, o pastor  compartilha do anseio de terem filhos após os primeiros dois anos de casamento. Tinham até um carrinho de bebê com um boneco onde esperavam que Deus trouxessem a existência as promessas de Dele. Várias perguntas eram feitas neste tempo de espera. “Deus fez com que um homem cruzassem na escada de um hotel na Indonésia e falasse em inglês com a Ana: Você sabia que Deus espera que o espermatozoide certo se encontrem com o óvulo certo para trazer a existência a criança que ele deseja?”, compartilha Gustavo. Se você deseja refletir Deus em sua vida, precisa entender o agir e entender o modo de agir Dele. E isso irá incluir os tempos de espera.

Em sequência um ensinamento quanto a espera estava prestes a ser revelado para os congressistas: a importância da prática da oração. “Deus deseja nos ensinar a orar. Enquanto os discípulos aguardavam em Deus , eles aprenderam a orar. Os discípulos tinham um interesse em aprender sobre a oração. A única vez que Jesus os chamou para orar eles dormiram. Nós aprendemos a orar no tempo de espera. Em geral, nós nunca oramos tanto quanto nos momentos de espera. Jesus nos leva ao lugar comum da espera. São situações que Deus cria para que aprendemos a orar”, fala Gustavo.

Logo após Gustavo compartilha uma experiência no período de namoro com Ana. “Terminamos o relacionamento por divergências teológicas”, conta o pastor. Neste tempo de rompimento, Gustavo vive um momento de espera que sacude todas as suas convicções. Depois disso, ele reconhece o quanto Ana era preciosa e que de fato havia encontrado a mulher da sua vida, chegou até a falar em oração: “Nós estamos até combinando nos nossa teologia! É ela, Deus!”. A primeira atitude de Gustavo foi pedir perdão a Ana. Mas ela não teve a permissão dos pais para reatar o namoro. Desta forma, as orações foram reforçadas neste tempo de espera. O final nós já sabemos! “Não é para fazer mais cursos sobre a oração é para intensificar a vida de oração!”, ressalta o pastor.

O segundo ponto a ser levado em consideração no tempo de espera é que Deus nos leva a resolver problemas pessoais neste período. São estes lugares que nos ajudam a entregar o nosso coração, e assim  deixar Deus nos guiar. No tempo de espera aprendemos a perdoar e valorizar as pessoas e não a guardar ressentimentos. A história de um jovem que havia servido com o pastor Gustavo e decidido a deixar um trabalho com crianças ilustrou bem a questão de nos voltarmos a nos importar com as pessoas do nosso passado. O relacionamento ministerial com esse rapaz se desgastou. E não que foi no tempo de espera, quinze anos depois que Deus trrouxe a lembrança esse irmão e disse: Você precisa resolver com ele! E assim foi através de um áudio de WhatsApp que o pedido de perdão sobrevoava com a ajuda da internet, claro. O pastor Gustavo teve que esperar até as dez horas da noite, pois é, a espera estava sendo testada porque o  jovem apesar de ter visualizado a mensagem pela tarde foi a noite que ele responde. A mensagem do rapaz falava que o perdão já havia sido liberado e que ele carregava muito dos ensinamentos do pastor Gustavo para sua vida. “Quando esperamos, nosso coração se aquieta e ficamos sensíveis para ouvir a voz de Deus”, finaliza o pastor.

A mensagem foi encerrada destacando que o que é importante de fato é focarmos na missão específica que Deus nos chama para cumprirmos. “Deus não nos chamou para fazer tantas coisas, mas só uma missão específica!”, alerta o pastor. E assim, foi no tempo de espera de Ana e Gustavo nos Estados Unidos que a missão na Índia voltou a memória do casal: “Vocês precisam voltar ao primeiro amor!”. Será que você sabe me dizer o que aconteceu após a espera dos discípulos? Veio o Pentecostes. “Os tempos de espera são de gestação, para que o de repente de Deus aconteça! O avivamento não começa primeiro na plataforma. O avivamento começa lá no quarto, no lugar comum”, fala Gustavo.

Em seguida, Gustavo ora para que a igreja aprenda a viver no tempo ordinário, no comum. Os congressistas buscaram assim se alinharem a fazerem o que de fato Deus deseja neste tempo. A banda do DT caminhou  em adoração com a canção “Coração igual ao Teu” e todos se renderam de joelhos reconhecendo a soberania e o quanto precisavam buscar o essencial na espera. E nossa querida Roberta Izabel celebrou com a igreja a música “Anseio por mais de Ti”. A busca em aproximar mais do Pai estava palpável no ambiente.

E nossa manhã foi selada com a oração da pastora Ezenete: “Deus falou aos nossos corações nesta manhã. Posso dizer que 80% das pessoas aqui, estão decepcionadas com Deus, porque Deus não respondeu, porque estão vendo suas vidas paradas. Mas Deus nos disse que precisamos esperar, precisamos pedir perdão, ainda Deus tem coisas lindas para realizar na sua vida, mas nós precisamos perceber. Ele está aqui nesta manhã, hoje é o dia da grande virada da tua vida! Perdoa-me Senhor, que eu não entendi e parei no meio do caminho. Pai Celestial, eis aqui a minha vida, sonda meu coração, vê se há alguma coisa que não te agrada, eis me aqui, me perdoa, Senhor, quando as coisas não deram certo eu me entristeci e parei até de orar. Mas sei que o Senhor me ouve e peço perdão e pela fé eu recebo o teu perdão.” Após a oração, os congressistas vibraram quando a pastora Ezenete disse que nesta manhã algo estava sendo rompido, o de repente de Deus chegava! “Contigo saltarei muralhas!”, era o grito da igreja !Os bancos tremiam e em meio a palmas todos se levantavam para o extraordinário em simplesmente esperar em Deus.Após isso, a pastora Ezenete diz que : A maior muralha que está sendo quebrada é a da incredulidade. A igreja celebra com a brado: “Fé, fé, fé! O justo viverá por fé!”

Em seguida a pastora Ezenete profetiza algo para os congressistas: “Dobrai os vossos joelhos. Parem para ouvir! Os dias são maus, mas eu tenho milagres para realizar, diz o Senhor. Chegou o momento da igreja se levantar e fazer obras maiores. Mas, parem, parem que eu falarei convosco! E tem muitos diz o Senhor que dá segunda chance. Voltem e viverão o milagre do Pai”, anuncia a pastora Ezenete. Após o mover, Ana se recorda de uma canção que nem chegou a gravar ainda, mas compartilha a capela com a igreja:“Por que será que esperar é tão difícil? Vou confiar mesmo quando não te veja. Estás comigo. Eu me rendo ao processo. Abraço a dor. Fazes tudo lindo em teu tempo, o Senhor. Quando chego ao fim.Tu começas a agir”.E a música do DT Crianças “Temos que aprender a esperar, temos que aprender a esperar” também foi cantada e acompanhada pela igreja.

E assim, a música tema do congresso foi que fechou nossa manhã extraordinária. O que será que vem mais tarde? Só não perdendo nada! A terceira pedrinha está chegando, consegue ver?

Sarah Lima

Especialmente para o Congresso DT